REAÇÃO DE CULTIVARES DE FEIJÃO A Colletotrichum lindemuthianum, Pseudocercospora griseola E Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA
Palavras-chave:
AACPD, Incidência, Mancha angular, AntracnoseResumo
O trabalho objetivou avaliar a reação às doenças antracnose (ANT), mancha angular (MA) e crestamento bacteriano comum (CBC) das cultivares IPR Tapicuru, IPR Águia, IPR Urutau, IPR Sabiá, IPR Campos Gerais, IPR Tuiuiú, IPR Tangará, BRS Esteio, BRS FP 403, BRS FC 415, IAC 1850, IAC 5051 e IAC 2358 Unamax em duas épocas de semeadura. Os experimentos foram realizados em Santa Tereza do Oeste-PR na safra das águas de 2024 e seca 2025. Os parâmetros avaliados foram a incidência, severidade (AACPD) e produtividade. O delineamento experimental utilizado foi o DBC, com 13 tratamentos e quatro repetições, totalizando 52 parcelas. Os dados foram submetidos à ANOVA e as médias ao teste de Scott-Knott com 5% de significância. As cultivares IAC 1850, IAC 2358 Unamax e BRS Esteio apresentaram maior susceptibilidade a CBC. Para MA as cultivares IPR Águia e IAC 1850 se mostraram suscetíveis. Já para ANT a cultivar mais suscetível foi BRS FP 403 seguida pelas cultivares IPR Sabia, IPR Águia, IAC 1850 e BRS FC 415. Para incidência a cultivar IPR Urutau (22,5%) se apresentou mais resistente ao CBC, BRS FC 415 a cultivar mais resistente a MA e IPR Tapirucu a mais resistente a ANT. A cultivar com maior PMS foi a IAC 2051, assim como para rendimento de peneira 12 mm. As cultivares com maiores produtividades foram IPR Urutau, IAC 1850, IPR Tapicuru, BRS FP 403 e IAC 2358 Unamax. Conclui-se que as cultivares IPR Urutau, IPR Sabiá e IPR Tuiuiú foram superiores pela maior estabilidade.