DESEMPENHO DE HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES NO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA

Autores

  • Djonathan Willian Luft
  • Augustinho Borsoi

Palavras-chave:

Glycine max, Fitotoxidade, Controle químico

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o controle de plantas daninhas, fitotoxidade e produtividade da soja com utilização de herbicidas pré-emergentes em plante-aplique. O estudo foi realizado na Estação Experimental da Syngenta Seeds, situada na cidade de Cascavel-PR, entre novembro de 2023 a março de 2024. O experimento foi conduzido utilizando o delineamento em blocos casualizados (DBC), sendo dividido em 13 tratamentos e quatro repetições, distribuídos da seguinte forma: T1 - Testemunha, T2 - S-Metolachlor, T3 - S-Metolachlor + Fomesafen, T4 - S-Metolachlor + Metribuzin, T5 - Pyroxasulfone, T6 - Pyroxasulfone + Flumioxazin, T7 - Diclosulam + Halauxifeno Metílico, T8 - Flumioxazin, T9 - Imazethapyr, T10 - Imazethapyr + Flumioxazin, T11 - Metribuzin, T12 - Sulfentrazone e T13 - Sulfentrazone + Diuron. Foram avaliados a eficiência dos herbicidas pré-emergentes no controle das plantas daninhas, percentual de fitotoxidade na cultura da soja, produtividade, além da altura de plantas no estádio R5. Os tratamentos mostraram controle eficaz de Amaranthus hybridus, Ipomoea grandifolia, Euphorbia heterophylla, Digitaria insularis, Brachiaria decumbens e Bidens pilosa, com destaque para os tratamentos T4 - S-Metolachlor + Metribuzin, T7 - Diclosulam + Halauxifeno Metílico, T10 - Imazethapyr + Flumioxazin e T12 – Sulfentrazone, no qual indicaram um melhor controle sobre as plantas daninhas. O experimento indicou que a soja foi seletiva aos tratamentos, sem impacto na produtividade, ressaltando a importância dos herbicidas pré-emergentes no manejo de plantas daninhas e prevenção de resistência.

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Publicado

2026-02-03